terça-feira, 14 de junho de 2011

Brasil atinge 1,1 milhão de novos empregos nos primeiros cinco meses do ano


O Ministério do Trabalho informou nesta terça-feira (14) que o Brasil gerou mais de 200 mil novos postos de trabalho em maio. Com isso, o saldo total de empregos gerados neste ano atinge a marca de 1,1 milhão de novos postos de trabalho em cinco meses do governo da presidenta Dilma Rousseff. Na média, são 220 mil novos empregos criados por mês no ano de 2011.
Os dados, na avaliação dos deputados Policarpo (PT-DF) e Weliton Prado (PT-MG), refletem os esforços do governo Dilma em manter a economia brasileira no ritmo de crescimento ao qual o País encontrava-se durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Em oito anos, o governo do presidente Lula gerou mais de 15 milhões de empregos. Se já conseguimos mais de um milhão em cinco meses, é a certeza de que houve continuidade da política econômica, com desenvolvimento social e geração de emprego e renda do governo Lula", avalia Policarpo.
A expectativa, segundo o petista, é de que o País alcance patamares ainda mais altos de geração de empregos com o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). "Além de manter e aprofundar as políticas estruturantes do governo Lula, a presidenta Dilma vai investir pesado em qualificação da mão de obra nacional, que é uma antiga reivindicação do empresariado brasileiro", destacou.
Para o deputado Weliton Prado, o número de empregos gerados até agora demonstra não apenas a solidez da economia brasileira, mas também o sucesso das medidas adotadas pelo governo para conter a inflação e impedir que a crise que se alastra pela Europa atinja o Brasil. "Fico muito feliz com essa notícia. É prova de que o país continua crescendo, gerando empregos e melhorando a qualidade de vida dos brasileiros. Poucos países do mundo conseguiram segurar a inflação sem intervir no ritmo de crescimento da economia, como vem ocorrendo no Brasil", enalteceu o deputado mineiro.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Para Raul Pont, Palocci deve se afastar





O deputado estadual Raul Pont defende que o ministro Antonio Palocci se afaste do governo até que as denúncias de enriquecimento ilícito sejam investigadas e esclarecidas. O deputado petista foi o primeiro a se manifestar sobre assunto em diversos veículos de comunicação. 

Para Raul Pont, o afastamento é necessário para que o governo não seja ainda mais prejudicado. "Particularmente, entendo que ele tem que se afastar, para tirar este tema de dentro do governo. A situação do Palocci não pode contaminar o governo. É uma denúncia pessoal que ele tem de responder. Se não tem respostas, então que se afaste do governo até que tudo seja investigado e esclarecido", defende Pont.

Para o petista, as suspeitas sobre o ministro estariam desviando a atenção em pautas e debates importantes. "Assim como está, o governo ficou enredado. Não tem cabimento, com uma pauta tão extensa e importante, como o Código Florestal e a reforma política, nós ficarmos discutindo se o Palocci está ganhando mais ou menos dinheiro", afirmou.

sábado, 4 de junho de 2011

Governo Federal lança programa Brasil sem Miséria




Com a meta de retirar 16,2 milhões de brasileiros da situação de extrema pobreza, a presidenta Dilma Rousseff lançou nesta quinta-feira (2/6), em Brasília, o Plano Brasil Sem Miséria, que agrega transferência de renda, acesso a serviços públicos, nas áreas de educação, saúde, assistência social, saneamento e energia elétrica, e inclusão produtiva. Com um conjunto de ações que envolvem a criação de novos programas e a ampliação de iniciativas já existentes, em parceria com estados, municípios, empresas públicas e privadas e organizações da sociedade civil, o governo federal quer incluir a população mais pobre nas oportunidades geradas pelo forte crescimento econômico brasileiro.

Para dar início à primeira parte do programa, a presidente Dilma Rousseff enviou ao Congresso Nacional projeto de lei que prevê R$ 1,2 bilhão de crédito adicional para o Orçamento de 2011. Segundo a ministra, esse valor contempla um conjunto de ações, como a construção de cisternas, mas em especial a ampliação do Bolsa Família e a contratação de equipes de assistência técnica responsáveis por buscar a população-alvo do plano, por meio da busca ativa.“Temos certeza que esses recursos serão ampliados. Além desses recursos do governo federal teremos recursos dos governos estaduais e da iniciativa privada.”

Outra informação apresentada pela ministra é a inclusão de 1,3 milhão de crianças e adolescentes no Bolsa Família. Medida provisória assinada hoje pela presidenta Dilma Rousseff altera de três para cinco o limite máximo de filhos (com até 15 anos) por família beneficiária. Em abril, o governo reajustou em 45% o valor do benefício pago às crianças nesta faixa etária.

Além da expansão do programa federal, o governo está em negociação com os estados e municípios para a adoção de iniciativas complementares de transferência de renda.

 Busca pelas famílias
Com o Brasil sem Miséria, os brasileiros que vivem abaixo da linha da extrema pobreza deixam de ser apenas estatísticas, afirmou a ministra Tereza Campello durante a cerimônia. Os 16,2 milhões de brasileiros que vivem com menos de R$ 70 por mês serão cadastrados em um sistema nacional para serem incluídos em programas federais de transferência de renda, cidadania, acesso a infraestrutura, profissionalização e inclusão no mercado de trabalho.

O novo plano tem uma estratégia inovadora nas ações do Estado brasileiro, segundo a ministra, na qual o Estado tem que ir até essas pessoas que não têm condição de acessar os serviços públicos: é a busca ativa, por meio da qual as equipes de profissionais farão uma procura minuciosa na sua área de atuação para localizar, cadastrar e incluir as famílias em situação de pobreza extrema nos programas sociais. Também vão identificar os serviços existentes e a necessidade de criar novas ações para que essa população possa acessar os seus direitos.

“Construiremos uma grande força tarefa, articulando a União, estados e municípios. Promover o fim da miséria é dever do Estado, mas também tarefa de todo o Brasil”, disse.


Os números do Brasil sem Miséria

    Retirar 16,2 milhões de pessoas da extrema pobreza
    Renda familiar de até R$ 70 por pessoa
    59% do público alvo está no Nordeste, 40% tem até 14 anos e 47% vivem na área rural
    Qualificar 1,7 milhão de pessoas entre 18 e 65 anos
    Capacitar e fortalecer a participação na coletiva seletiva de 60 mil catadores até 2014
    Viabilizar a infraestrutura para 280 mil catadores e incrementar cem redes de comercialização
    Aumentar em quatro vezes, elevando para 255 mil, o número de agricultores familiares, em situação de extrema pobreza, atendidos pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)
    Equipe de 11 técnicos para cada mil famílias de agricultores
    Fomento semestral de R$ 2,4 mil por família, durante dois anos, para apoiar a produção e a comercialização excedente dos alimentos
    253 mil famílias receberão sementes e insumos
    600 mil famílias terão cisternas para produção
    257 mil receberão energia elétrica
    Construir cisternas para 750 mil famílias nos próximos dois anos e meio
    Implantação de sistemas complementares e coletivos de abastecimento para 272 mil famílias
    Bolsa Verde: R$ 300 para preservação ambiental
    Bolsa Família incluirá 800 mil
    Mais 1,3 milhão de crianças e adolescentes incluídos no Bolsa Família


Fonte: Blog do Planalto